terça-feira, 26 de maio de 2015

MP.PE recomenda que Bodocó e Granito tomem medidas de combate à dengue e à febre Chicungunha.


Devido ao grande número de casos de dengue e febre chicungunha registrados no Estado, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou aos prefeitos de Bodocó, Danilo Rodrigues, e Granito, Antonio Carlos Pereira, a imediata adoção de medidas administrativas para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas enfermidades. 






De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, de janeiro a abril de 2015 foram registrados em Pernambuco 18.431casos, o que representa um aumento de 424% em relação ao mesmo período do ano passado. Cabe aos gestores municipais realizar a limpeza de terrenos, lotes e imóveis públicos e notificar os moradores para que façam o mesmo em suas residências e estabelecimentos comerciais, inclusive com a adoção de limpeza compulsória e multa para aqueles que se recusarem a cumprir as notificações. Os municípios também têm a obrigação de realizar, por meio dos seus agentes públicos, visitas mensais aos imóveis para constatar a existência de criadouros do mosquito, bem como orientar e conscientizar os munícipes, por meio de palestras, passeatas e campanhas em escolas e outros órgãos públicos, sobre as atitudes que devem ser adotadas na prevenção contra a dengue e a febre chicungunha. Por fim, o promotor de Justiça de Bodocó Manoel Dias da Purificação Neto recomendou aos prefeitos que providenciem a estrutura necessária para melhorar a atenção à saúde no médio e longo prazos. Dentre as medidas estão a implantação de um serviço de vigilância epidemiológica em cada município; a prestação de assistência aos pacientes; a integração das ações de prevenção à dengue e chicungunha às ações das equipes da Estratégia Saúde da Família; a realização de ações de saneamento ambiental, como a limpeza de canais e esgotos a céu aberto; e a implementação de ações integradas de educação em saúde e mobilização social.
a operação pelo Conselho. A bancada dos trabalhadores é contrária ao empréstimo, sob alegação de que a medida contaria a finalidade do FI. Pelo regimento, o Fundo não pode fazer repasses diretos a bancos de desenvolvimento. O Executivo, no entanto, tem pronta uma proposta de resolução para alterar essas regras.

Durante o evento, Dias reiterou que o Ministério não concorda com a terceirização na atividade-fim das empresas. Ele disse que espera que o Senado tenha sensibilidade para alterar a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados.




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