Ministro
do Trabalho defende empréstimo do FGTS ao BNDES
O ministro do Trabalho, Manuel Dias,
defendeu a operação de socorro de R$ 10 bilhões ao BNDES, com recursos do fundo
de infra-estrutura do FGTS (FI-FGTS). Segundo o ministro, a operação é
vantajosa para o Fundo porque prevê remuneração de 7% ao ano — acima da
rentabilidade mínima a ser perseguida pelo FI de 6%. Em 2014, no entanto, a
rentabilidade média ficou em 7,71%. O assunto será discutido nesta terça-feira
pelo Conselho Curador do FGTS, formado por representantes dos trabalhadores,
empregadores e do governo.
"A proposta vai melhorar a
aplicação dos recursos do FGTS com uma rentabilidade melhor, mais alta",
disse Dias, após participar da reunião do Fórum Nacional de Secretarias do
Trabalho (Fonset), para discutir o processo da terceirização.
Dias disse que está confiante na aprovação da operação pelo Conselho. A bancada dos trabalhadores é contrária ao empréstimo, sob alegação de que a medida contaria a finalidade do FI. Pelo regimento, o Fundo não pode fazer repasses diretos a bancos de desenvolvimento. O Executivo, no entanto, tem pronta uma proposta de resolução para alterar essas regras.
Durante o evento, Dias reiterou que o Ministério não concorda com a terceirização na atividade-fim das empresas. Ele disse que espera que o Senado tenha sensibilidade para alterar a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados.
Dias disse que está confiante na aprovação da operação pelo Conselho. A bancada dos trabalhadores é contrária ao empréstimo, sob alegação de que a medida contaria a finalidade do FI. Pelo regimento, o Fundo não pode fazer repasses diretos a bancos de desenvolvimento. O Executivo, no entanto, tem pronta uma proposta de resolução para alterar essas regras.
Durante o evento, Dias reiterou que o Ministério não concorda com a terceirização na atividade-fim das empresas. Ele disse que espera que o Senado tenha sensibilidade para alterar a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados.

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