Professora é suspeita de dar suco com tranquilizante a crianças, em PE.
Uma professora é suspeita de dar suco com
tranquilizante para alunos da Escola Municipal Nilza Leite Avelino, em Sanharó,
no Agreste de Pernambuco, na tarde da terça-feira (6). Nove crianças entre
quatro e sete anos deram entrada "com sonolência" na Unidade Mista
João XXIII, de acordo com a diretora da unidade, Thayse Monteiro.
O prefeito se reuniu na manhã desta quarta-feira
(7) com a secretária municipal de Educação, a diretora e a coordenadora da
escola para saber detalhes da situação. "Abrimos um inquérito
administrativo e determinei que a professora fosse afastada. O caso já foi
passado para a Polícia Civil", explica o prefeito Fernando Edier de Araújo
Fernandes.
O delegado José Rivelino informou que está esperando a divulgação do laudo do hospital para saber qual substância as crianças ingeriram. "Pode ser que a professora tenha colocado alguma substância no suco, mas não posso afirmar com certeza. Ela conversou comigo de forma bem rápida. Pude perceber que ela está muito abalada. Estamos ouvindo alguns funcionários da escola e na sexta-feira [9] conversaremos com a professora", contou ao G1.
O delegado José Rivelino informou que está esperando a divulgação do laudo do hospital para saber qual substância as crianças ingeriram. "Pode ser que a professora tenha colocado alguma substância no suco, mas não posso afirmar com certeza. Ela conversou comigo de forma bem rápida. Pude perceber que ela está muito abalada. Estamos ouvindo alguns funcionários da escola e na sexta-feira [9] conversaremos com a professora", contou ao G1.
O G1 entrou em contato com a
chefia de gabinete da prefeitura. O departamento confirmou a função da
profissional e disse que a mesma assumiu a responsabilidade do ato. Segundo o
prefeito, ainda não se sabe o motivo dela ter dado o tranquilizante. O nome da
profissional não foi divulgado.
Ainda segundo a diretora, as crianças foram
hidratadas e receberam oxigênio. Sete foram liberadas após aproximadamente 30
minutos na unidade. "Apenas duas continuaram, pois elas evoluíram com
vômitos", explica Thayse. O medicamento ingerido pelas crianças ainda não
foi identificado.

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