segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Revoltados, agricultores vão as ruas de Araripina protestar contra o não pagamento do garantia safra.



Agricultores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Araripina realizaram na manhã desta segunda-feira, 28, uma manifestação reivindicando o pagamento do Garantia Safra pelo município.
 

Segundo a categoria, nenhuma das seis parcelas disponibilizadas pelo governo federal foi paga aos produtores agrícolas que perderam suas safras neste ano. A prefeitura alega que o pagamento, de  forma  integral, pode  ser feito até o final setembro.

Com a aproximação do final do mês e sem o dinheiro na conta, os beneficiários foram às ruas.

Cerca de 200 integrantes do movimento saíram em passeata pelas ruas da cidade.
O percurso se iniciou na sede do sindicato e se estendeu até o prédio da prefeitura de Araripina. Uma caminhada de 900 metros.

A Polícia Militar acompanhou os manifestantes durante o trajeto e a permanência à frente da prefeitura que ocorreu de forma pacífica.


Usando carro de som, o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Araripina, Ibiapino Andrade e o secretário da entidade, Antônio Barros, conduziram o protesto e entoaram discursos negativos a gestão do prefeito de Araripina e pediram a quitação das 6 parcelas do benefício em atraso.

A chegada dos manifestantes à frente da prefeitura coincidiu com o aparecimento  do  prefeito Alexandre Arraes (PSB), cumprimentou de   forma  breve  alguns  integrantes  e  entrou  ligeiro  para  o seu gabinete.

O prefeito chegou acompanhado dos vereadores:
Francisco Edivaldo (ex-Pros) e João Dias, ambos do PSB.
   
Alexandre Arraes recebeu, em seu gabinete, uma comissão de agricultores. A reunião acontece neste momento com portas fechadas.


A imprensa foi impedida de participar da conversa do prefeito com a comissão, por um de seus bajuladores que esteve todo tempo na frente da prefeitura para empurrar as pessoas,

Até mesmo na recepção do prédio, Blogueiros, jornalistas de emissoras de TV e repórteres fotográficos não podiam entrar, porque o baba ovo do prefeito não deixou.



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