quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Deputada Socorro Pimentel participa de reunião na Secretaria de Defesa Social

Acompanhada do ex-deputado Raimundo Pimentel e de alguns vereadores da região do Araripe, a deputada estadual Socorro Pimentel (PSL) participou, hoje (22), de uma audiência com o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

A parlamentar levou ao secretário as principais reivindicações da população da região. Bandeira de campanha e luta desde o início do seu mandato, a implantação do IML foi cobrada, mais uma vez, por Dra. Socorro, assim como a Delegacia da Mulher, a reforma das cadeias públicas e o aumento do efetivo policial nas cidades do Sertão.
Alessandro disse que o Governo do Estado, no início do próximo ano, começará os trabalhos para a construção do IML. Sobre as outras demandas, o secretário garantiu que não medirá esforços para atendê-las.
“Continuarei cobrando ao secretário de Defesa Social todas as demandas que foram entregues a ele por nós, e só descansarei quando o IML for, finalmente, inaugurado na nossa região”, disse Socorro.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

INSS abre Concurso Público com 950 vagas



O Concurso Público mais esperado do ano teve o edital de abertura divulgado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 23 de dezembro de 2015. O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) vai preencher 950 vagas entre os cargos de Analista do Seguro Social, com formação em Serviço Social (150) e Técnico do Seguro Social (800), que exige nível médio.


Há oportunidades distribuídas entre mais de 600 municípios, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Paraná, Bahia, Paraíba, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Maranhão, Alagoas, Piauí, Goiás, Roraima, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Amapá, Amazonas, Pará, Tocantins, Rondônia, Acre e Distrito Federal. Do total de vagas, há quantitativo reservado para negros e pessoas com deficiência. As remunerações são de até R$ 4.886,87 ou até R$ 7.496,09, conforme a função exercida, já que a jornada de trabalho é constituída por 40 horas semanais. O valor total compreende vencimento básico, GAE (Gratificação de Atividade Executiva) e GDASS (Gratificação de Desempenho de Atividade do Seguro Social). Para realizar a inscrição os candidatos devem acessar o site da empresa organizadora, www.cespe.unb.br, a partir das 10h do dia 4 de janeiro de 2016, até às 23h59 do dia 22 de fevereiro de 2016, considerando o horário oficial de Brasília – DF. As taxas cobradas pela participação custam R$ 65,00 e R$ 80,00, e o pagamento deve ser efetuado por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU). A classificação dos candidatos será obtida com a aplicada de Prova Objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, prevista de ser aplicada no dia 15 de maio de 2016, nos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal. Este Concurso tem validade de um ano, contado a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período

domingo, 20 de dezembro de 2015

Vereador faz declarações para Radialista, e diz que ele recebe dinheiro para defender a gestão.

Uma declaração publicada no perfil do vereador Genival Da Vila no Facebook vem causando polêmica na rede social desde o último domingo (20). Um radialista o criticou por meio de um programa de rádio, o posicionamento do radialista era em relação ao comportamento do vereador, que segundo ele seria um "pau mandado". Veja a seguinte postagem.
Fonte:Facebook
As declarações repercutiram nas redes sociais.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Mau uso do WhatsApp não pode anular benefícios do aplicativo, dizem usuários

O bloqueio do aplicativo de troca de mensagens WhatsApp, ainda que por um curto período de tempo, pode causar prejuízos que vão além do âmbito econômico. Segundo especialistas consultados pela Agência Brasil, eventuais maus usos do aplicativo em casos específicos não podem reduzir ou anular os benefícios que essa plataforma traz para a sociedade como um todo.

“Professores e alunos ficaram sem se comunicar por meio do WhatsApp; empresas deixaram de comprar e vender por meio dele. A proibição não foi a um determinado tipo de mensagem ou interlocutor, mas a todos os interlocutores, independentemente do uso que fazem da rede social”, disse o professor Gilberto Lacerda, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), especialista em redes sociais.

Por determinação da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP), o aplicativo estava bloqueado desde a 0h de hoje (17). A medida foi revertida, em caráter liminar, por volta do meio-dia, pelo desembargador Xavier de Souza, da 11ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. Apesar da pouca duração, o bloqueio recebeu críticas de especialistas.

“Vários estudos mostram a relevância do WhatsApp para a educação. Esse bloqueio representou uma quebra na comunicação entre professores e alunos, entre alunos e alunos e em grupos de estudos. Distribuidores se comunicam por meio do WhatsApp; governadores usam esse aplicativo para dar transparência às suas ações e para gerir o Estado. O próprio Judiciário, e digo isso por ter trabalhado neste poder, tem canais de comunicação, educação e de trabalho que fazem uso desse canal”, disse Lacerda.
Prestando vestibular para cursos na área de Tecnologia da Informação, o estudante Eliel Alves, de 18 anos, passa pelo menos quatro horas diárias no celular. Boa parte desse tempo é dedicada a tirar dúvidas com professores ou colegas. “Eu uso isso [WhatsApp] para ampliar meus conhecimentos. Não há justificativa para me privarem disso”, disse o estudante.
Também estudante, Diane Melissa, de 17 anos, diz que o WhatsApp a ajuda a tomar conhecimento das tarefas escolares. “A gente costuma fotografar o quadro com a matéria para estudar melhor ou para enviar a imagem aos colegas que faltaram à aula”, conta a estudante. “Apesar desse bloqueio ter durado apenas algumas horas, confesso que me senti ilhada e com medo da próxima conta de telefone, já que o aplicativo me faz economizar uns R$ 100 por mês com ligações.”
A exemplo do professor da UnB e dos estudantes, a especialista em internet e marketing – e autora do livro Facebook Marketing – Camila Porto não identifica qualquer razão para que o Judiciário tenha bloqueado o aplicativo. “Não acredito que o WhatsApp fira qualquer direito, a ponto de ser banido, por maior que seja o crime. Vejo-o como uma tecnologia que reduz o custo das empresas e como uma ferramenta de atração, com impacto direto nos negócios e nas comunicações interna e externa dos empreendimentos”, disse Camila.

“Além de gastar mais dinheiro com serviços como o de telefonia [em função do bloqueio deste aplicativo], as empresas deixam de ganhar porque deixam de gerar vendas”, acrescentou. Segundo Camila, o Facebook gera quase US$ 10 bilhões em vendas só no Brasil. Nos Estados Unidos, país líder do ranking de vendas a partir do Facebook, o volume chega a US$ 70 bilhões. “Isso mostra que as redes sociais vão muito além do entretenimento. Dos cerca de 2 bilhões de usuários da internet no mundo, 900 milhões usam o WhatsApp para os mais diversos fins. É praticamente a metade dos internautas do planeta”, acrescentou.

O taxista Jerônimo Manoel, de 63  anos, foi prejudicado pelo bloqueio do WhatsApp. “Tenho um grupo que me informa onde tem corrida, e outro pelo qual os clientes me chamam. Atrapalhou bastante o meu trabalho, porque não uso nenhum outro aplicativo. O que restou foi esperar as ligações.”

Antenado com as tecnologias de comunicação, o servidor público Samuel Portela, de 26 anos, conseguiu se esquivar dos problemas com o WhatsApp usando outras mídias sociais. “Consegui me comunicar por meio do Facebook e do Telegram. Apesar de eles não darem acesso a toda a minha rede, não cheguei a ter problemas.”

Para o professor Lacerda, a experiência de ficar sem a plataforma por algumas horas pode representar, também, uma oportunidade para as pessoas fazerem reflexões sobre a dependência causada por essa tecnologia. “Não deixa de ser uma sacudida interessante, para nos olharmos como indivíduos e vermos a dependência que criamos. Essa dependência tecnológica representa vantagens e perigos que já vêm sendo objeto de estudo de muitas pesquisas. Portanto, o vácuo desse bloqueio pode nos levar a um momento de reflexão sobre isso.”