quinta-feira, 9 de julho de 2015

Justiça determina bloqueio de R$ 90 mil das contas do Sindicato dos Policiais Civis de pernambuco.

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou, nesta quinta-feira (9), o bloqueio de R$ 90 mil das contas do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol).  As contas foram bloqueadas por meio do sistema BacenJud, transferindo o dinheiro para uma conta judicial.


A decisão, assinada pelo desembargador José Fernandes de Lemos, visa garantir o dinheiro para uma possível execução da sentença, caso a Justiça entenda que houve descumprimento da liminar que determinava a suspensão dos atos de paralisação, o que não foi cumprido pela entidade.
Na terça-feira (7), a Justiça arbitrou multa de R$ 30 mil caso a determinação fosse descumprida. Nesta quarta (8), nova decisão majorou a quantia para R$ 50 mil. Ao todo, os policiais civis paralisaram as atividades por 24 horas nessa quarta-feira.
Desde junho, os policiais paralisaram as atividades quatro vezes. Segundo o Sinpol, a intenção é cobrar  isonomia da gratificação com os delegados (de 100% para 225% sobre o salário), melhores condições de trabalho no IML e delegacias, a inclusão dos peritos papiloscopistas no Quadro Técnico Policial, a reposição inflacionária para o ano base de 2015, além da modificação no Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).
Em conversa com  a imprensa , o advogado do Sinpol, Jesualdo Campos Júnior, disse que o sindicato ainda não foi notificado sobre a decisão judicial, mas que deve recorrer para revertê-la. O Sinpol ainda criticou a medida, pois, de acordo com Jesualdo, ela só poderia ser executada após o processo estar finalizado.



quarta-feira, 8 de julho de 2015

Diretora do centro de saúde de Araripina Cristiane Moura é afastada do cargo pelo prefeito Alexandre Arraes.

Diante de várias denuncias feitas por pessoas que procuram por atendimento naquela unidade de saúde, prefeito resolve afastá-la do cargo de gestora, a sua amiga pessoal e de primeira hora Cristiane Moura, que sempre esteve  defendendo o seu grupo político.

Segundo informações a agora ex-diretora não retornará mais ao cargo como chefe, os motivos não foram informados mas as informações dão conta de que o prefeito não estava gostando do desempenho da amiga a frente do Centro de Saúde, e já estaria cogitando outro nome para o seu lugar, são muitas as reclamações que as comunidades mais carentes vem fazendo com relação ao atendimento da unidade de saúde, inclusive de pacientes que fazem hemodiálises fora do seu domicilio, na verdade o que vem acontecendo é que gestor da nossa cidade tem escolhido pessoas totalmente desqualificadas para exercer determinados cargos na administração municipal, e por isso o seu governo não está dando certo por falta de preparo das pessoas que ele escolheu pessoas, é um grupo de pessoas que tem nojo dos mais humildes da nossa querida Araripina, que  sofrem muito com a tal gestão do prefeito Alexandre Arraes,  mas a decisão do prefeito de exonerar  pessoas dos seus cargos é muito tardia, pois nossa gente já apanhou demais, funcionários que estão se beneficiando do dinheiro público. Mas uma coisa é certa, esse governo do prefeito Alexandre Arraes tem se perdido e nunca mais encontrará seu rumo certo, a oportunidade foi dada a ele, mas ele não soube valorizar o voto de confiança que a maioria do nosso povo deu, para governar a nossa querida Araripina, mas a nossa gente é forte e sabe que novos tempos chegarão a nossa terra.

terça-feira, 7 de julho de 2015


Policia Civil de Pernambuco  volta a cruzar os braços nesta quarta feira,o motivo é pressionar o governo por melhores condições de trabalho.

A Polícia Civil de Pernambuco fará uma nova paralisação de 24h nesta quarta-feira (8) em frente ao Instituto de Medicina Legal (IML).
De acordo com Áureo Cisneiros, presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco), vão paralisar suas atividades agentes, comissários, delegados, escrivães e peritos.
O ato terá início às 9h30 e representa mais um protesto dos policiais contra o fato de o governo estadual negar-se a atender suas reivindicações. Durante a paralisação, apenas os flagrantes serão registrados.
Na paralisação da semana passada, o Governo do Estado recebeu uma comissão do Sinpol e explicou que está impedido de dar aumento salarial porque já está no limite de gasto permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Esquema de fraude que envolve servidores do Detran na Lei Seca em PE, cobrava propinas de até R$ 2 mil.

Os quatro funcionários do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (DETRAN-PE) que livravam motoristas de multa na Lei Seca no Recife e em Olinda e Camaragibe cobravam de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil pelo serviço criminoso.


Em esclarecimentos dados à imprensa na manhã desta segunda-feira (6), a delegada Patrícia Domingos, titular da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), informou que 47 pessoas foram beneficiadas pelo esquema de corrupção.

O valor máximo cobrado pela quadrilha é superior ao da multa por dirigir alcoolizado, que é de R$ 1.915,40, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (Art. 165). A legislação prevê ainda a suspensão do direito de dirigir por 12 meses e, dependendo da quantidade de álcool no sangue do motorista, prisão.

Segundo a Polícia Civil, os funcionários de recursos Daniel de Lima e Paulo Souza eram responsáveis por rasurar os documentos quando entravam no órgão, para que, no momento do julgamento, as multas fossem desconsideradas por este motivo. Os despachantes José Carlos de Souza e Ramon Francisco eram quem captava os motoristas.

Ainda de acordo com a delegada, o próprio DETRAN desconfiou da fraude. "Os funcionários da Junta Julgadora dos Recursos do DETRAN começaram a perceber que os recursos eram idênticos em formatação, como se tivessem o mesmo tamanho de letra, o mesmo espaçamento, o mesmo tipo de papel; e em fundamentação, de que haveria uma rasura no preenchimento", afirmou.

As investigações duraram três meses e o grupo foi preso na última sexta-feira (3) na operação "Recurso Nulo". Os quatro funcionários vão responder por associação criminosa e corrupção passiva (até 15 anos de reclusão). Já os beneficiados do esquema serão ouvidos e podem responder por corrupção ativa (2 a 12 anos de reclusão).